as palavras que caíam sem ecos nas margens do rio, deixavam tombados os lábios que lentamente bebiam da sua água, provando cada pétala flutuante da flor que imitava as pálpebras dos olhos fechados, tingidos de cor-fechada, como lírios abandonados num jazigo qualquer, tatuados em nu
- e despimos a pele rosácea que nos embalava.
cor-fechada
to coda

em castelo branco regam-se as nuvens com o suor das mãos, enquanto se carregam as vidas de cima para baixo, na azáfama desconhecida que resguardamos no corpo do outro que se deita ao nosso lado, esta noite e as outras que lhe antecederam, enrolados no fastio da cidade farta e gasta, solta-se sem querer um abraço que nos atira p'lo ar.
J + LA Woman @ CB
