manhã

sexta-feira, 16 de setembro de 2011 às 16:30

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Segura-me a mão e vê como o pulso se desfaz na pedra,
apenas memórias de coisas que nunca foram
dois dedos de gente que se recusam.


Dança,



baila a vida como o copo de vinho que ergues
e saúda quem te rodeia
a vida é a festa que não acaba
sentida de pé no chão, raízes da alma
e música na boca.



Murmura a íngreme melodia na manhã quando esta floresce virgem.



A vida são dois dias, não percas tempo a pensar no que irás fazer se chegares ao terceiro.





J

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