XXXIV

segunda-feira, 15 de abril de 2013 às 14:31

num instante
o flash resgata a memória

          deixa-me sonhos debaixo da língua

escrevo o teu nome nas paredes e no céu
em andas, nos candeeiros das ruas
    na esperança que o vejas

é singular,
          estas letras que são tudo numa apenas palavra,

onde todos os sons dançam, e reverberam pelo espaço infinito,

sinto os cometas que se despenham nas palmas das mãos

          desenham-te amor
                    o improvável amor
          nas faces dos estilhaços da noite
          puxo-te para mim, em mim,
                    para este silêncio que guardei no peito
                              para ti, em nós.



J

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